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Renda Fixa: tudo o que você precisa saber para investir com segurança

Aprenda mais sobre investimentos que têm taxas definidas de remuneração

Publicado por: Broadcast Exclusivo

conteúdo de tipo Leitura7 minutos

Atualizado em

14/06/2024 às 13:08

Sobrou um dinheiro e você quer fazer uma aplicação. Mas investir em que? São tantas opções de produtos financeiros, que fica difícil tomar uma decisão rápida. O primeiro passo é se perguntar: qual a diferença entre renda variável e renda fixa?

A resposta mais simples e direta possível é que a renda fixa apresenta ao investidor a remuneração e o prazo esperados no momento da aplicação, enquanto a renda variável não estipula esse combinado. O preço da ação ou o valor da cota de investimento vão variar conforme a velha lei da oferta e da procura, e ao sabor de inúmeras variáveis.

Exatamente por embutir maior risco, a volatilidade costuma ser maior na renda variável - bem como o potencial de ganho. Já na renda fixa, o investidor tem maior segurança em relação ao que esperar e os ativos oferecem, geralmente, menor risco. O retorno é possível de ser estimado, já que a condição de remuneração é conhecida desde o momento da aplicação.

O que é renda fixa?

Renda fixa é o tipo de investimento que apresenta taxa de remuneração definida no momento da aplicação, em que o investidor fica sabendo quanto o emissor do título, seja público (o Tesouro Nacional, por exemplo) ou privado (empresas, bancos), pagará na forma de juros ou o índice que servirá de referência em um determinado prazo.

O cálculo da remuneração pode variar se for atrelado a algum indicador de referência, como taxa básica de juros (Selic) ou inflação. Já se o título for do tipo prefixado, o investidor saberá o rendimento prometido na hora em que fizer a aplicação, desde que carregue o título até o vencimento. Se quiser vender antes, terá de negociá-lo a preço de mercado, que pode variar.

Já a renda variável não segue um valor de referência, depende somente da procura pelo ativo - se tem forte demanda, se valoriza; mas se tem pouca atratividade, seu valor cai. As ações de empresas são o tipo mais conhecido de renda variável, mas há também contratos de moedas, ouro e outros títulos negociados em Bolsa de Valores, como ETFs e BDRs.

Fundos de investimento podem ser tanto de renda fixa, como os fundos DI e de dívida corporativa; quanto variável - neste caso, fundos de ações, fundos imobiliários e multimercado.

Se a renda é fixa, porque pode variar?

Ok, mas se é renda fixa, por que todo mês o extrato da aplicação mostra um rendimento diferente? A dúvida clássica do investidor iniciante faz sentido. A taxa é conhecida, o que significa que determinado fundo de investimento tem uma referência como a Selic, por exemplo. Nesse caso, o investidor tem certeza de que receberá como retorno sobre o montante aplicado algo em torno da taxa Selic, que por sua vez é a referência do CDI.

Leia também: O que é CDI e o que a sigla tem a ver com seus investimentos

Assim, a referência de remuneração é conhecida, está lá citada e "fixa" no contrato do produto como sendo uma variação do CDI; já o resultado final pode variar, conforme a negociação a valor de mercado dos títulos referenciados naquela taxa e sempre que o Banco Central decidir alterar, para mais ou para menos, a meta da taxa Selic.

A mesma coisa acontece para a referência em torno da inflação. Quando se diz que tal título paga inflação mais uma sobretaxa, isso significa que o indicador de referência é a Nota do Tesouro Nacional do tipo NTN-B, que paga a variação da taxa de inflação oficial, o IPCA, mais uma sobretaxa. Há várias NTN-B, com diferentes vencimentos. Além disso, a inflação é utilizada para correção monetária de contratos. Portanto, a taxa de referência pode ser IPCA, mas o quanto vai render, varia.

Já na renda variável não há indicador de referência definido em contrato, nem Selic, nem IPCA, nenhum benchmark. A remuneração virá das operações de compra e venda no mercado organizado de bolsa, com inúmeras variações ao longo do pregão.

Assim, em um único dia de negociação, o preço do ativo pode cair ou subir, tão somente de acordo com o interesse dos investidores.

Se uma ação tem alta procura, o acionista pode cobrar um pouco mais caro e lucrar com a diferença em relação ao preço que pagou anteriormente. Mas se ele acredita que aquela ação não é mais interessante, coloca um preço mais baixo para conseguir vender, ainda que dê algum prejuízo. O risco é maior na renda variável, mas, caso acerte a estratégia, a remuneração pode ser maior também.

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Conheça os principais tipos de investimentos em renda fixa

Há várias opções de fundos de investimento de renda fixa e títulos públicos e privados para escolher, conforme remuneração, prazo e incidência de Imposto de Renda. Confira:

Tesouro Direto

Uma das aplicações consideradas mais seguras no Brasil são os títulos do Tesouro Nacional. O órgão emite títulos públicos para se financiar, assim como qualquer empresa, com papéis de diferentes prazos e juros. A diferença é o baixo risco, já que o governo tem probabilidade muito menor de dar calote ou entrar em falência do que qualquer companhia.

Os títulos do Tesouro Direto podem ser prefixados ou pós-fixados. No prefixado, o investidor conhece o rendimento exato que terá logo quando faz a compra do título, já que há uma taxa predefinida. São as Letras do Tesouro Nacional (LTN), ou Tesouro Prefixado.

Os pós-fixados estão atrelados a um indicador que pode variar, como a taxa básica de juros da economia (Selic) ou o índice oficial de inflação do País (IPCA). Assim, o rendimento é conhecido no momento do saque. Aí, estamos falando do Tesouro Selic e do Tesouro IPCA+, respectivamente, este último considerado híbrido, por ter parte de sua rentabilidade atrelada a um indicador e outra parte como uma taxa fixa.

Há ainda títulos com finalidade específica, como aposentadoria ou educação. Para comprar Tesouro Direto, basta acessar a plataforma da sua corretora ou o site do programa. Assim como nas demais aplicações financeiras, os investidores só pagam IR sobre os rendimentos dos títulos do Tesouro Direto no momento do resgate. A alíquota desse imposto é regressiva, de modo que quanto mais tempo o dinheiro ficar aplicado, menos vai pagar.

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Um tipo de renda fixa muito conhecido é o CDB, sigla para "Certificado de Depósito Bancário". Trata-se de um título que os bancos vendem no mercado, para se financiar. Ou seja, ao comprar um CDB você está emprestando dinheiro para o banco. Se for uma instituição de renome, conhecida, o risco de crédito tende a ser baixo, de modo que essa opção de investimento pode ser considerada segura.

A remuneração costuma ser um porcentual relacionado ao CDI, ou prefixada, e pode ter liquidez diária ou vencimentos mais longos. A tributação do CDB é pela tabela regressiva do Imposto de Renda.

Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

As letras de crédito são instrumentos financeiros pelos quais instituições financeiras, como bancos e cooperativas de crédito, visam captar recursos de longo prazo. A característica desse título é ter lastro em recebíveis e o benefício ao investidor de isenção de Imposto de Renda.

As LCI são Letras de Crédito Imobiliário lastreadas na carteira de empréstimos dos bancos relacionados ao setor imobiliário.

Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)

As LCA são Letras de Crédito do Agronegócio. Esse instrumento financeiro visa incentivar os investimentos em projetos do agronegócio. Para o investidor há isenção de Imposto de Renda e, assim como as LCI, têm cobertura pelo Fundo Garantidor de Crédito, por isso as letras são consideradas de baixo risco para a pessoa física.

Pra entender melhor: LCI e LCA: conheça as diferenças entre esses títulos de renda fixa

CRI e CRA

Os CRIs e CRAs são títulos de renda fixa emitidos por securitizadoras. Securitização é a transformação de créditos a receber (por isso chamados de recebíveis) em títulos que podem ser comprados por investidores no mercado.

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) são títulos de renda fixa emitidos por securitizadoras em nome de construtoras ou incorporadoras.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) estão atrelados ao fluxo futuro de pagamento de safras agrícolas. O produtor emite os títulos, recebe os pagamentos futuros antecipadamente e paga juros ao investidor.

A remuneração pode ser pós ou pré-fixada. O risco, nesse caso, está atrelado à empresa ou ao produtor que o emitiu para se financiar, que por sua vez pode não cumprir o combinado com a securitizadora. CRI e CRA não contam com cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Por outro lado, têm isenção de Imposto de Renda, por estarem ligados a setores estratégicos da economia brasileira. Mesmo assim, têm liquidez reduzida, já que para obter a rentabilidade prometida é preciso manter o título até a data de vencimento.

Vem entender melhor os CRIs e CRAs

Debêntures

Além de ofertas de ações, você já deve ter ouvido falar em oferta de debêntures. Debênture é um título de crédito corporativo, em que o risco está ligado ao emissor, ou seja, à empresa que lança esse papel no mercado. O objetivo é conseguir levantar capital para um novo projeto ou para reforçar seu capital de giro, pegando dinheiro no mercado de capitais em vez de tomar empréstimo em banco, por exemplo.

Esse tipo de dívida corporativa costuma ter prazo de vencimento entre três e sete anos e possui três formas mais comuns de remuneração: juros prefixados; com uma taxa cheia para aquele vencimento; "IPCA+" ou "CDI+", que são juros remuneratórios com base na variação do índice mais uma sobretaxa.

As debêntures podem ser tributadas ou não. As que são categorizadas como emissões incentivadas, voltadas a financiar projetos de infraestrutura considerados estratégicos por órgãos de governo, possuem isenção de IR para pessoa física.

Como outros tipos de crédito corporativo, as debêntures têm liquidez restrita. Com isso, é provável que o investidor só receberá a remuneração acordada caso mantenha o investimento até a data final. E se quiser vender o papel antes, terá de encontrar em balcão quem queira.

Fundos de Investimento

"Rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura". Em algum momento da sua pesquisa sobre fundos de investimento, essa frase vai aparecer. Em outras palavras, o que o banco ou a corretora estão te dizendo é que o porcentual de ganho apresentado na lâmina de informações sobre o título de investimento deve ser entendido como uma previsão apenas.

No caso dos fundos de investimento, o investidor compra uma cota, portanto passa a ser chamado de cotista. O material do fundo deve trazer todas as informações, sobre classe, composição de ativos em carteira, objetivo de rentabilidade, indicador usado como referência e taxas que serão cobradas.

Para ser um fundo de renda fixa, seu patrimônio deve ter como principal fator de risco de sua carteira a variação de taxa de juros, índice de preços ou ambos, como determina a CVM. A Resolução 175, também chamada de novo marco dos fundos de investimento, aumentou a segurança para o investidor pessoa física. A nova norma determina que o regulamento do fundo defina a responsabilidade do cotista, se é limitada ao valor das cotas ou ilimitada. A limitação de responsabilidade evita que o patrimônio do investidor pessoa física fique totalmente exposto, embora sejam raros os casos de cotistas que tenham sido chamados a cobrir prejuízo dos fundos.

A cobrança de Imposto de Renda ocorre sobre o rendimento, conforme o tempo de aplicação e a classe dos fundos.

Para os fundos de investimento de Longo Prazo, a alíquota varia de 22,5% (até 180 dias), 20% (entre 181 e 360 dias); 17,5% (de 361 a 720 dias) até 15% (acima de 721 dias).

Para os fundos de investimento de Curto Prazo, há duas opções: 22,5% (até 180 dias) ou 20% (acima de 180 dias).

Além disso, o fundo pode estar sujeito à cobrança do chamado come-cotas (de 15% para fundos de Longo Prazo e 20% para os de Curto Prazo) e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), se houver resgate nos primeiros 30 dias, de forma regressiva, de 96% a 3%. Fundos de ações e títulos isentos estão livres de IOF.

Pode haver ainda cobrança de taxas: de administração (com porcentuais variados), de performance (quando supera o índice de referência) e de custódia (no caso do Tesouro Direto).

Como escolher títulos de renda fixa

O primeiro passo para selecionar produtos de investimento é preencher o perfil de apetite por risco, ou Análise de Perfil do Investidor, um formulário que os bancos e corretoras enviam (geralmente no próprio app da instituição) para preenchimento e atualização de tempos em tempos, para atender às regras de "suitability" da Comissão de Valores Mobiliários. É a partir dessas perguntas sobre seu perfil de investidor que você saberá quais títulos são mais adequados conforme o grau de risco que você está disposto a tomar: conservador, moderado, arrojado ou agressivo.

Conheça seu perfil de investidor (API)

Não é só porque é renda fixa que o produto é conservador ou moderado. Existem também ofertas mais arriscadas nessa esfera, como CDBs com spread muito acima da taxa DI ou títulos de crédito corporativo emitidos por empresas de saúde financeira questionável ou com baixa nota de crédito junto às agências de classificação de risco. E por falar em risco, procure nas letrinhas miúdas pela sigla FGC, para saber se o título escolhido conta ou não com proteção do Fundo Garantidor de Crédito.

Outro ponto importante para a estratégia de composição da carteira de investimentos é dosar quais aplicações financeiras pagam mais ou menos taxas e impostos. Lembre-se que além da alíquota de Imposto de Renda, pode haver incidência de IOF proporcional caso o resgate da aplicação ocorra antes de um mês.

Como a taxa de juros afeta os investimentos de Renda Fixa?

Para quem investe, a taxa Selic regula o rendimento dos principais títulos de renda fixa, como o Tesouro Direto, o Certificado de Depósito Bancário (CDB) e as debêntures. Todos esses títulos têm como principal característica o fato de serem uma espécie de empréstimo que a pessoa faz, tendo como cálculo algum porcentual em torno da taxa básica de juros da economia.
A mecânica de aumentar ou reduzir a taxa básica de juros é um dos principais instrumentos da política monetária para controlar a inflação do país.

Quando há um movimento de aumento da taxa Selic, a atratividade da renda fixa aumenta também, pois pagará um valor mais alto em remuneração ao investidor e com baixo risco. O inverso também é verdadeiro, com a queda da taxa Selic diminui o potencial de ganho em aplicações de renda fixa e os investidores podem obter mais chances com a renda variável. Afinal, a regra de ouro em finanças pessoais é nunca colocar todos os ovos na mesma cesta, ou seja, variar as aplicações.

Leia também: Taxa Selic: o que é e como ela afeta a sua vida e seus investimentos

O que é marcação a mercado?

Um ativo vai variando de preço ao longo do tempo. A marcação a mercado é o termo que se usa para o cálculo do valor do ativo naquele dia.

Desde o início de 2023, as instituições financeiras que fazem distribuição de títulos de renda fixa passaram a adotar a marcação a mercado para debêntures, CRIs e CRAs e títulos públicos federais exceto Tesouro Direto. Os preços de referência devem ser apurados pelo menos uma vez por mês e os demonstrativos (extrato, por exemplo) devem ser enviados aos clientes.

Até então, a prática era mostrar os preços marcados na curva, ou seja, o valor de aquisição somado aos juros definidos no momento da compra. Mas com a marcação a mercado, o investidor pode acompanhar as mudanças que impactam no preço dos ativos, como alteração nas taxas de juros, nas condições de oferta e demanda, a situação da empresa emissora, entre outros.

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O que é CDI?

O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é um título emitido pelos bancos, geralmente com duração de um dia, e funciona como uma taxa de referência para empréstimos entre as instituições financeiras.

Por sua vez, a taxa DI tem seu valor atrelado à taxa Selic, que é definida pelo Banco Central em reuniões do Comitê de Política Monetária. Por se tratar de uma base para toda a economia, é natural que os empréstimos entre bancos acompanhem esse porcentual - geralmente um pouquinho abaixo da Selic.

O CDI geralmente aparece nos títulos de renda fixa como uma meta a perseguir ("benchmark", em inglês). Quando um título de renda fixa (debêntures, fundos DI, LCI, LCA, etc) afirma que remunera seu investidor em 100% do CDI, significa que pagará o porcentual cheio da taxa de juros dos empréstimos entre bancos naquele dia, conhecida como taxa DI.

O que é FGC?

FGC é o Fundo Garantidor de Crédito, uma entidade privada sem fins lucrativos que tem como objetivo a proteção de clientes de instituições financeiras que participam do Sistema Financeiro Nacional (SFN). O FGC estabelece uma garantia de até R$ 250 mil para investidores que possuem recursos em uma instituição financeira, caso venha a quebrar. Essa garantia serve para depósitos em conta corrente ou conta poupança e para alguns investimentos de renda fixa. Os principais títulos cobertos pelo FGC são CDBs, Letras de Crédito (LCI, LCA), Letras de Câmbio (LC) e Letras Hipotecárias (LH).

O FGC não cobre recursos captados ou levantados no exterior, depósitos judiciais, investimento em ações, COE e nenhum fundo de investimento - nem mesmo os de previdência privada, como VGBL e PGBL.

Pra entender melhor: O que é o FGC e quais investimentos contam com essa cobertura

Renda fixa como ferramenta de planejamento financeiro para o futuro

Especialistas são unânimes em recomendar opções de renda fixa como uma fonte de renda no futuro, ou para assegurar os estudos dos filhos ou como complemento à aposentadoria. Isso porque esses títulos têm prazo mais longo e menor risco do que os de renda variável, de modo geral.
Muitas famílias presenteiam seus filhos com fundos de previdência ou títulos do Tesouro Direto, em vez da tradicional e não tão rentável caderneta de poupança.

Há opções de títulos públicos e privados para o planejamento financeiro de mais longo prazo.

Na plataforma do Tesouro Direto você encontra o Educa+, que incentiva as famílias a pouparem para custear os estudos das crianças e jovens. A remuneração é uma taxa pré-fixada mais indexação com o IPCA. Por sua vez, o RendA+ é uma NTN-B, em que o investidor escolhe uma data de aposentadoria e garante um salário complementar por 20 anos, mensalmente corrigido pela inflação, garantindo assim o poder de compra.

Já dentre os títulos privados, há diversas opções de fundos de previdência, divididos nas modalidades Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

O PGBL é mais recomendado para quem faz a declaração de Imposto de Renda completa, por permitir deduzir o valor das contribuições anuais da base de cálculo do IR, limitado a 12% do rendimento bruto tributável. Quem possui dependentes e mais de uma fonte de renda, como receita com aluguéis, por exemplo, costuma ter de declarar pelo modelo completo.

O VGBL, por sua vez, é mais utilizado por quem faz a declaração simplificada, e o valor das contribuições não é dedutível no imposto de renda.

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