Perspectivas financeiras: um panorama do setor bancário e financeiro para 2026
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Publicado por: Análise BB
4 minutos
Atualizado em
11/12/2025 às 14:56
Queda da Selic deve impulsionar cenário mais construtivo para bancos, com foco em redução da inadimplência e retomada gradual do crédito, mas com a carteira de crédito consolidada SFN em desaceleração, com possível inflexão ao longo do ano, dado que o ambiente restritivo ainda deve seguir pesando por boa parte do ano.
Abaixo detalhamos dinâmicas setoriais e subsetoriais, bem como destacamos nossas ações preferidas do setor para 2026.
Bancos
O setor bancário vislumbra um cenário ligeiramente mais construtivo para 2026, sustentado pela expectativa de queda da Selic, que pode despressurizar a inadimplência e o custo do crédito e tornar o ambiente mais favorável a novas linhas de negócios. No entanto, o ano se inicia com ambiente ainda restritivo, o que pode desanimar os números iniciais, já que a desaceleração do crédito ainda persiste, bem como a seletividade e a elevada inadimplência.
Seguros
O ritmo de emissão de prêmios desacelerou em relação ao ano passado, influenciado principalmente pelos desempenhos dos ramos relacionados ao crédito. Sob influência do fenômeno La Niña, relativamente menos intenso do que em episódios anteriores em parte do ano, o índice de sinistralidade apresentou pequena variação em relação aos últimos dois anos. Para 2026, o provável início do ciclo de corte de juros pode reacelerar gradualmente a emissão de prêmios no ramo prestamista, enquanto a projeção de retorno ao estado de neutralidade climática favorece a estabilidade dos índices de sinistralidade.
Seleção 2026: Sem indicações
Bolsa de Valores
Depois de um primeiro semestre impulsionado pelo fluxo de capital estrangeiro, o segundo semestre começou com retorno de parte desse fluxo diante das tensões comerciais com os EUA. Nos meses seguintes, o alívio dessas tensões e o ciclo de flexibilização monetária nos EUA, combinado ao fechamento da curva de juros no Brasil, favoreceram o aumento dos volumes operacionais, em meio a um movimento do mercado que levou o Ibovespa a novos recordes históricos consecutivos. Para 2026, além da projeção do início do ciclo de corte de juros, a volatilidade associada ao contexto eleitoral tende a intensificar o volume de negócios.
Seleção 2026: Sem indicações
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