Onde investir em julho
Todo mês, uma carteira de investimentos personalizada com as sugestões dos especialistas do BB para cada perfil de investidor.
Publicado por: Análise BB
1 minuto
Atualizado em
02/07/2026 às 18:50
Confira o video em: https://www.youtube.com/watch?v=RRFz2ju6KJw
Carteira equilibrada permanece essencial em um cenário de juros elevados.
Julho começa com os investidores acompanhando a evolução do cenário econômico global após um período de maior volatilidade nos mercados. Embora as incertezas geopolíticas permaneçam presentes, os impactos mais imediatos sobre os ativos financeiros foram parcialmente absorvidos, permitindo que o foco dos investidores retorne aos fundamentos econômicos.
Nos Estados Unidos, a atividade econômica segue resiliente e o mercado de trabalho permanece sólido, enquanto a inflação continua acima da meta do Federal Reserve, mantendo a atenção voltada para os próximos passos da política monetária.
No Brasil, a atividade econômica continua apresentando suporte, mas as expectativas de inflação e juros permanecem elevadas. Nesse contexto, a diversificação entre classes de ativos continua sendo fundamental para a construção de portfólios equilibrados e alinhados aos diferentes perfis de investidor.
Abaixo as projeções no cenário base do BB:

Renda Fixa Brasil
A renda fixa permanece como um dos principais destaques do cenário atual. O nível elevado das taxas de juros continua proporcionando oportunidades em diferentes estratégias, tanto em ativos pós-fixados quanto em títulos prefixados e indexados à inflação.
Os ativos pós-fixados seguem oferecendo remuneração atrativa, enquanto os títulos atrelados à inflação continuam contribuindo para a preservação do poder de compra no longo prazo. Já os títulos prefixados podem ser uma alternativa para investidores que buscam travar taxas em patamares historicamente elevados.
Em junho, o CDI avançou 1,12%, o IRF-M registrou alta de 0,69% e o IMA-B apresentou retorno de -1,04%.
Renda Variável Brasil
O mercado acionário brasileiro segue influenciado pelas expectativas relacionadas ao cenário de juros, à atividade econômica e ao fluxo de investidores. Apesar da volatilidade observada ao longo dos últimos meses, as empresas continuam apresentando resultados que contribuem para sustentar o mercado no horizonte de médio e longo prazo.
Para os investidores com perfil compatível, a renda variável continua representando uma importante fonte de diversificação e potencial de crescimento patrimonial.
Em junho, o Ibovespa encerrou o mês com variação de -1,01%.
Moedas
O câmbio segue refletindo fatores domésticos e internacionais, incluindo juros, crescimento econômico e percepção de risco global. A projeção do Banco do Brasil para o dólar ao final de 2026 permanece em R$ 5,25.
Em junho, a moeda norte-americana encerrou o período cotada a R$ 5,16.
Nos criptoativos, a volatilidade permanece elevada quando comparada às demais classes de ativos. Ainda assim, o avanço da adoção institucional e o amadurecimento do mercado continuam favorecendo o desenvolvimento desse segmento no horizonte de longo prazo.
Global
Os investimentos internacionais continuam desempenhando papel relevante na diversificação dos portfólios. O cenário global segue sendo apoiado pela resiliência da atividade econômica e pelos resultados corporativos, especialmente em setores ligados à inovação e tecnologia.
Ao mesmo tempo, a manutenção de uma exposição internacional permite ampliar a diversificação geográfica dos investimentos e reduzir a concentração de riscos em um único mercado.
Em junho, o S&P 500 encerrou o mês em 7.499 pontos, enquanto o Nasdaq 100 apresentou desempenho próximo à estabilidade no período.
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Acesse aqui o relatório completo com as Carteiras de Alocação do BB para PJ


