Pular para o conteúdo principal da pagina

Onde investir

Confira as carteiras de ações temáticas do BB Investimentos para fevereiro

Carteiras de ações para todos os gostos com diversas temáticas, selecionadas pelo time de especialistas do BB Investimentos.

Publicado por: Análise BB

conteúdo de tipo Leitura8 minutos

Atualizado em

01/02/2024 às 09:17


A prova de que o desempenho do Ibovespa segue altamente dependente do comportamento da curva de juros americana foi ratificada ao longo de janeiro, com a queda de quase 5% atribuída, quase que integralmente, à percepção ao longo do mês de que o ciclo de cortes nos EUA não ocorrerá mais a partir de março, diferente do que a maior parte do mercado precificava no início do ano.

Ainda que não exista um consenso sobre o momento desse início de ciclo, o reflexo para o Brasil veio com a retirada líquida de capital estrangeiro da bolsa em cerca de US$ 5 bi, até o último dado disponível.

Os dados da maior economia do mundo desafiam as expectativas sobre os próximos passos do Fed. Ao mesmo tempo em que as medidas de núcleos de inflação caminham para a meta, com o PCE (principal índice de preços acompanhado pela autoridade monetária) retornando ao patamar de 2%, os dados do mercado de trabalho ainda seguem fortes, assim como os índices de confiança dos consumidores – corroborado pelo avanço no curto prazo das vendas no varejo –, bem como pela última divulgação do PIB do quarto trimestre acima das projeções (3,3% vs 2%).

A decisão de hoje (31/1) do Fed, que manteve inalterada a taxa de juros, sinalizou o entendimento do comitê da possibilidade de corte das taxas em um futuro próximo. No entanto, a autoridade reforçou que ainda depende do comportamento dos dados de inflação ao longo das próximas medições, reduzindo as chances de que os cortes sejam adotados a partir de março.

No Brasil, a trajetória de cortes da Selic está mais consolidada, com mais um corte de 50 pontos na reunião de hoje (31/1). Continua valendo nossa tese de que esse cenário será percebido pelas companhias por meio da descompressão dos resultados financeiros e das condições mais favoráveis para rolagem de dívidas no médio prazo, com consequente melhora dos resultados consolidados de 2024. Contudo, o efeito prático de elevação nos preços das ações das companhias no curto prazo, especialmente aquelas relacionadas às teses mais cíclicas, tem sido praticamente nulo.

Ainda sustentamos a tese de que a bolsa tende a oferecer um dos melhores retornos entre as classes de ativos em 2024, mas a dependência externa de curto prazo nos deixa mais cautelosos em diversificar assimetricamente nossas recomendações para ações mais cíclicas.

Nos portfólios de recomendação fundamentalista, nossa abordagem mais recente prevê uma permanência de longo prazo dos papéis nas carteiras, com alterações pontuais e apenas em casos de alteração de rota que não justifiquem a manutenção de determinado nome. Nesse sentido, entendemos que as perspectivas para Gerdau estão menos favoráveis, razão pela qual excluímos GGBR4 das recomendações para fevereiro. Avaliamos, no entanto, que não seria o momento correto para elevar o beta da carteira, com as incertezas que estão no radar e a ausência de fluxo que faça o índice retornar sua trajetória de alta, o que nos levou a escolher a Caixa Seguridade (CXSE3) como nova representante a partir de fevereiro.

Nossas recomendações quantitativas, em especial das Carteiras 5+ e Small Caps, alertam para mudanças relevantes na tendência dos papéis do segmento de óleo e gás. Mesmo após o movimento recente que trouxe expectativa de consolidação de algumas empresas do setor, os algoritmos capturaram oportunidades na esteira da alta mais recente na cotação do petróleo, que pode se estender pelas próximas semanas, em virtude dos conflitos em curso no Mar Vermelho. O acompanhamento do Guia Técnico de Ações mostra sinais mais fracos para movimentos consistentes de compra, com cerca de 3/4 dos papéis monitorados em tendência de baixa. Na estratégia Swing Trade, atualmente, temos apenas 6 operações ativas entre os 20 papéis cobertos.

Confira o o arquivo consolidado no botão abaixo, ou acesse as carteiras em relatórios individuais:

Você encontra também todas as nossas recomendações de investimentos em investalk.bb.com.br/ondeinvestir

Disclaimer

Este é um relatório público e foi produzido pelo BB-Banco de Investimento S.A. (“BB-BI”). As informações e opiniões aqui contidas foram consolidadas ou elaboradas com base em informações obtidas de fontes fidedignas e de boa-fé, tendo sido tomadas medidas razoáveis para assegurar sua exatidão no momento de publicação. Contudo, o BB-BI não garante que tais dados sejam totalmente isentos de distorções e não se compromete com a veracidade dessas informações. Todas as opiniões, estimativas e projeções contidas neste documento referem-se à data presente e derivam do julgamento de nossos analistas de valores mobiliários (“analistas’), podendo ser alteradas a qualquer momento sem aviso prévio. O BB-BI não garante o lucro e não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas nesse material, que tem por finalidade apenas informar e servir como instrumento que auxilie a tomada de decisão de investimento, não devendo ser interpretado como material promocional, recomendação, oferta ou solicitação de oferta para comprar ou vender quaisquer títulos e valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros. Investimentos nos mercados financeiros e de capitais estão sujeitos a riscos de perda superior ao capital investido. A rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. Nos termos do art. 22 da Resolução CVM 20/2021, o BB-BI, em conjunto com o Conglomerado Banco do Brasil S.A. (“Grupo”), declaram que (i) podem ser remunerados por serviços prestados ou possuir relações comerciais com a(s) empresa(s) analisada(s) neste relatório ou com pessoa natural ou jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse dessa(s) empresa(s); (ii) podem possuir participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% do capital social da(s) empresa(s) analisada(s), e poderão adquirir, alienar ou intermediar valores mobiliários da(s) empresa(s) no mercado.

Quer dar uma nota para este conteúdo?

Utilizamos cookies para oferecer uma melhor experiência e personalizar os conteúdos de acordo com a nossa

Política de Privacidade.