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Tecnologia

Banco Central anuncia retomada das atividades do Lift, após pausa em 2023

Publicado por: Broadcast Exclusivo

conteúdo de tipo Leitura3 minutos

Atualizado em

11/07/2024 às 09:27

Por Cícero Cotrim, do Broadcast

O Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (Lift) retomará as atividades, após uma pausa iniciada em 2023, informou o Banco Central. O objetivo agora é acelerar o desenvolvimento de sete projetos que visam "impulsionar o ecossistema de inovação financeira", segundo a autoridade monetária.

O Laboratório, criado em 2018, é uma iniciativa conjunta do BC com a Federação das Associações de Funcionários do Banco Central, a Fenasbac. Seu objetivo é fomentar a inovação com o incentivo a criação de protótipos de soluções tecnológicas para o Sistema Financeiro Nacional. É um ecossistema de inovação.

Os projetos que serão acelerados incluem soluções tecnológicas para prevenção a lavagem de dinheiro (PLD) e compliance e de interoperabilidade B2B, ou seja, entre instituições ou empresas entre redes blockchain não compatíveis (gateway de interoperabilidade).

Vale observar sobre esse segundo projeto que algumas das moedas digitais de bancos centrais, como o brasileiro Drex, o real digital, estão sendo elaboradas com base em tecnologia blockchain, mas com diferenças que tornam a interoperabilidade delas um grande desafio. O Drex está em fase de testes.

O Lift também vai se debruçar sobre soluções para finanças descentralizadas para a sustentabilidade (GreenFi) e sobre o desenvolvimento de uma rede descentralizada para avaliação de concessão de crédito em blockchain, de acordo com os princípios da Open Finance, projeto batizado de KYC, em referência à sigla em inglês de "conheça seu cliente".

Além disso, também estão na agenda de desenvolvimento uma solução de score (avaliação de crédito) para chaves Pix, com monitoramento de "safe zones" e detecção de contas laranja, ou seja, de contas que estão em nome de alguém que não é o verdadeiro beneficiário; uma carteira digital programável para o armazenamento de criptoativos (SmartSafe); e o Token do Agronegócio Garantido (TAG), para transformação em ativos digitais de agronegócios.

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