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Economia

Anbima anuncia novas certificações profissionais que passarão a valer a partir de 2026

Mudanças são apenas para quem atua na distribuição de produtos financeiros

Publicado por: Broadcast Exclusivo

conteúdo de tipo Leitura4 minutos

Atualizado em

24/06/2024 às 11:28

Por Adriana Chiarini, do Broadcast

Rio de Janeiro, 24 de junho de 2024 - A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) anunciou nesta segunda-feira, 24, novos certificados para quem trabalha na área de distribuição de produtos ao mercado financeiro, válidos a partir de 2026.

  • Eles vão se chamar Certificado Profissional Anbima (CPA), nome que já existe hoje mas é acompanhado dos números 10 ou 20; Certificado Profissional Anbima de Relacionamento (C-ProR) e o Certificado Profissional ANBIMA de Investimento (C-ProI). As certificações começam a valer a partir de janeiro de 2026.

Não haverá equivalência direta com as atuais certificações CPA-10 (inicial), CPA-20 e o Certificado de Especialista em Investimento Anbima (CEA), explica a Anbima, mas haverá um processo de transição a ser divulgado em dezembro deste ano. Quem já tem esses certificados não precisará passar por novos exames nem pagar a mais, informa a entidade. Esses certificados atuais deixarão de existir em 2026.

Leia também: Entenda quais são as principais certificações do mercado financeiro

O novo CPA será o passo inicial para o profissional de distribuição, papel que hoje é do CPA-10, e requisito para os demais. O C-Pro I é a certificação mais elevada, destinada a quem vai assessorar os profissionais que se relacionam com os clientes, além de poder ter relação direta com o cliente também, o que hoje está ligado ao CEA.

O C-Pro R é voltado para profissionais com perfil comercial que assim estarão aptos a realizar análises de perfil de investidor e recomendar um portfólio detalhado dos produtos de investimentos disponíveis, inclusive com apresentação de seus riscos, de acordo com as necessidades do cliente.

"Fizemos um estudo amplo sobre a jornada de trabalho dos profissionais e as atividades que eles desempenham para redesenhar as certificações. Também olhamos muito para outras certificações ao redor do mundo", conta Marcelo Billi, superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima, por meio de nota.

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